2017, novos prefeitos, novas expectativas, planos renovados. O norte é apontado pela Lei da Mobilidade de 2012 e, nas grandes cidades, também pelo Estatuto da Metrópole, de 2015. Os dois diplomas são a espinha dorsal da política nacional de mobilidade urbana, corporifi...

Artigo publicado há três dias no site da revista The New Yorker focaliza o escritor brasileiro Raduan Nassar. O título é expressivo: “Why Brazil’s greatest writer stopped writing”.

A leitura do artigo foi para mim uma embaraçosa mas fascinante revelação. Concentrado dur...

Durante o ano passado em várias oportunidades abordamos neste blog questões ligadas às altas taxas Selic e à estrutura fiscal injusta do “bolo fiscal” no Brasil e aos efeitos recessivos assim gerados, inibidores do desenvolvimento econômico e da distribuição de renda (...

As responsabilidades pela educação no Brasil não cabem só a governo, ONGs e escolas privadas. Todos nós somos responsáveis. Se a nobre missão de ensinar, como está hoje, representa o maior obstáculo à formação de uma sociedade justa e avançada em nosso país, é porque t...

Para nós a menção a patriarcado talvez traga a memória da sociedade colonial. Amor e estima contavam, mas o clã familiar era submetido a uma autoridade que se impunha por certo tipo de respeito reverencial, quando não pelo temor. Será que esse cerne hierárquico e autor...

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MINHA CRENÇA POLÍTICA



Sonho com uma sociedade que realize o ideal de justiça e de liberdade. Que não discrimine por motivo de sexo, raça, religião. Que liberte os que trabalham, empregados e patrões, quando submetidos a situações não dignas ou que os impeçam de produzir. Que permita a ascensão dos que hoje são obrigados a labutar na economia informal, repudiados por preconceitos. E que seja eficiente e moderna.

... Leia mais

Auriverde pendão de minha terra,

(...)

Antes te houvessem roto na batalha,

Que servires a um povo de mortalha!

                         Castro Alves

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Como estará o Brasil em 2022, no bicentenário?

February 22, 2017

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De tudo ficam três coisas:

 

A certeza de que estamos começando,

a certeza de que devemos continuar e 

a certeza de que podemos ser

interrompidos antes de terminar.

 

Fazer da interrupção um novo caminho,

fazer do medo uma escada,

do sonho uma ponte e

da queda um passo de dança.

 

Fica, a certeza do reencontro, 

fica, o desejo de boa sorte e

fica a vontade de que

Lutes e venças!

 

                                     Fernando Pessoa

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Mario Eduardo Garcia   --     m.e.garcia@uol.com.br

Reflexões sobre políticas públicas, mobilidade e logística