Mobilidade: a charada da gestão da demanda

No documento "(i)Mobilidade Urbana: apelo à ação", publicado em página própria deste site, destacamos que as políticas integradas de mobilidade não podem prescindir das medidas de administração da demanda.


Gerir a demanda de deslocamentos de pessoas para otimizá-los não significa coibir a mobilidade. Pelo contrário, é um recurso para libertá-la de distorções operacionais e institucionais que encarecem a circulação na cidade e deterioram a experiência sensorial do ir-e-vir.





Strictu senso, o indicador técnico da mobilidade em uma cidade é a média de deslocamentos por habitante em um dia útil. A gestão da demanda não reduz o valor desse índice, pode até aumentá-lo, porém altera a natureza das viagens, tornando-as mais eficientes.


Em uma cidade – com determinadas população, quantidade de carros por habitante, política tarifária e distribuição das atividades no território, (trabalhar, estudar, etc) – o indice de mobilidade varia com a renda per capita. Maior a renda, maior a taxa de mobilidade. Essa constatação é verificável empiricamente, por exemplo na região metropolitana de São Paulo.

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